sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cristo Redentor


Cristo Redentor é uma das 'Novas 7 Maravilhas do Mundo'

A estátua do Cristo Redentor começou a ser planejada em 1921, quando foi organizada a "Semana do Monumento" — uma campanha para recolher contribuições dos católicos. No entanto, as doações só começaram 10 anos depois quando o Arcebispo Dom Sebastião Leme passou a coordená-la. Os primeiros esboços do Cristo foram feitos pelo pintor Carlos Oswaldo, que o imaginou carregando uma cruz, com um globo terrestre nas mãos, sobre um pedestal que simbolizaria o mundo. Mas foi a população carioca que optou pela forma da imagem do Redentor de braços abertos, como ela é hoje conhecida no mundo inteiro.O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Heitor da Silva Costa e levou quase cinco anos para ser concluído.Foram estudados vários materiais para o revestimento da estátua, mas por fim foi escolhida a pedra-sabão, utilizada por Aleijadinho para esculpir os Profetas em Congonhas do Campo, Minas Gerais. Embora seja um material fraco, que pode ser riscado até com uma unha, é extremamente resistente ao tempo e não deforma nem racha com as variações de temperatura.Construir o monumento não foi fácil. Como a execução da obra era impossível no Brasil, os desenhos foram levados para a França, aos cuidados do escultor polones Paul Landowski e volta ao país, as peças foram transportadas nos trens da Estrada de Ferro do Corcovado e montadas no alto do morro.O Cristo Redentor, considerado uma homenagem à religiosidade carioca, tornou-se um símbolo da cidade e da simpatia do povo carioca, que recebe a todos de braços abertos.Cristo Redentor é uma das 'Novas 7 Maravilhas do Mundo'RIO — Após uma intensa campanha, o Cristo Redentor, do Rio de Janeiro, foi anunciado como uma das "Novas 7 Maravilhas do Mundo", durante a cerimonia que aconteceu na noite deste sábado (7/7/2007), no Estádio da Luz, sede do clube Benfica, em Lisboa, Portugal.

As medidas da estátua do Cristo Redentor.
*Localização - Cume do Morro do Corcovado, 710m acima do nível do mar*Visibilidade - 360º*Altura total do monumento - 38m*Altura da estátua - 30m*Altura do pedestal - 8m*Altura da cabeça - 3,75m*Comprimento da mão - 3,20m*Distância entre os extremos dos dedos - 28m*Peso da estátua - 1,145 toneladas*Peso da cabeça - 30 toneladas*Peso de cada mão - 8 toneladas*Peso de cada braço - 57 toneladas*Distância entre os extremos dos dedos - 30 m

Postado por Gelziane Pereira Fonseca

terça-feira, 9 de junho de 2009

Chichén Itzá

Entre as construções maias remanescentes do sítio arqueológico de Chichén Itzá, na península de Yucatán, está a pirâmide de degraus provavelmente também utilizada para fins ritualísticos.

Fundada por volta de 514 a.C, a cidade de Chichén Itzá foi abandonada em 670 e reconstruída 300 anos mais tarde, quando se tornou o centro da cultura maia e a cidade mais importante do nordeste de Yucátan.
Sua arquitetura denota influência tolteca, civilização mexicana anterior aos maias. "O Castelo" em Chichén Itzá, México, foi erguido em harmonia com o calendário Maia.
São 91 degraus em cada um dos quatro lados, totalizando, portanto, 364 degraus.


A cidade arqueológica de Chichen Itzá, no México, figura como um dos maiores legados da cultura maia. Erguida em um período anterior a 800 d.C, a região arqueológica funcionava como centro político e econômico da civilização maia no período pré-hispânico.
Uma das suas construções mais imponentes e visitadas em Chichen Itzá é a pirâmide de Kukulcán (O Castelo), dedicada ao deus de mesmo nome, conhecido também como serpente emplumada. Ele seria a representação do planeta Vênus, o deus da guerra. Com 27 metros de altura e 365 degraus que representam os dias do ano, o templo é uma prova do alto conhecimento maia sobre o movimento dos astros.

Nos equinócitos de primavera e outono, em 21 de março e 22 de setembro, a pirâmide recebe milhares de visitantes que se reúnem em frente ao símbolo maia para observar a "vinda à terra" de uma serpente, que desce em forma de sombra ao longo da escadaria conforme o sol se põe.
Pirâmide de Chichén Itzá (anterior a 800 d.C.) – Península de Yucatan, MéxicoSímbolo de Culto e Conhecimento.

A grande pirâmide maia Chichén-Itzá é uma das ruínas maias da cidade Pré-Colombiana de Chichén-Itzá. A mais famosa Cidade Templo Maia funcionou como centro político e econômico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitetônico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia.
Este sítio sagrado foi um dos maiores centros mais da Península de Yucatán. Durante quase 1000 anos de história, diferentes povos deixaram suas marcas na cidade. A visão sobre o universo dos Maias, Toltecas e Iztecas é revelada nos monumentos de pedra e em seus trabalhos artísticos. A fusão entre as técnicas maias de construção com elementos do centro do México fizeram de Chichen-Itza um dos melhores exemplos da civilização Maia-Tolteca em Yucatán. Vários edifícios têm sobrevivido ao longo do tempo, como o Templo dos Guerreiros, El Castillo e o observatório em forma circular chamado El Caracol.
Publicado por: Fabrícia

Taj Mahal


Taj Mahal - Um lugar maravilhoso
Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detraz deste inigualável monumento. O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebaptizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crónicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquitecto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.

Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal.. o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflecte a sua imagem mais imponente. Por dentro, o mausoléu é também impressionante e deslumbrante. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.
Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal. Esta é rodeada por quatro cúpulas mais pequenas, e nos extremos da plataforma sobressaem quatro torres que foram construídas com uma pequena inclinação, para que em caso de desabamento, nunca caiam sobre o edifício principal.
Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.

Publicada por: Josiane Gontijo


PETRA


A cidade de Petra é a principal atração turística da Jordânia e abriga o imponente templo helênico “O Tesouro” (El-Khazneh). Com 42 metros de altura e 30 de largura, em sua fachada esculpida com pedra rosada há representações de mulheres, cavalos e soldados... Peritos no domínio da hidráulica, os nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores. Atualmente, os túmulos reais de Petra, o templo, o mosteiro de El-Deir, constituem exemplos impressionantes da cultura do Oriente Médio.


Redescoberta de Petra
As ruínas de Petra foram objecto de curiosidade a partir da Idade Média, atraíndo visitantes como o sultão Baybars do Egipto, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904).

Petra nos dias de hoje
A 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.
Em 2004, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa inglesa para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.
A 7 de Julho de 2007, foi eleita em Lisboa, no Estádio da Luz uma das Novas sete maravilhas do mundo.


Curiosidades
O edifício da Câmara do Tesouro, em Petra, foi utilizado como cenário no filme Indiana Jones e a Grande Cruzada. O interior mostrado no filme não corresponde, no entanto, ao interior do dito edifício, tendo sido fabricado em estúdio.
Petra é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre El Khazneh).
Peritos no domínio da hidráulica, os Nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores.
Tintim, herói da banda desenhada belga, visita Petra no álbum de banda desenhada Coke en stock ("Carvão no Porão").




postado por: Keyla de Lellis

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Os Mistérios do Coliseu na Itália




""Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá; quando o Coliseu ruir, Roma cairá e acabará o mundo". - Monge e Historiador inglês Beda - Século VII "De temporibus liber"


O Coliseu de Roma
Depois dos grandes espetáculos das corridas de bigas do Império Romano que eram até mesmo mais perigosas do que as corridas de Fórmula 1, chega a vez dos fortes combates entre gladiadores, feras e outros no Coliseu de Roma - Itália.
Uma das cidades com maior importância na história mundial, sendo um dos símbolos da civilização européia, que segundo a tradição, foi fundada por um dos irmãos gêmeos (Rômulo e Remo), "Rômulo" conhecido como o "Pai da Pátria" em 753 a.C..
Alguns autores acreditam que Roma foi fundada pelos Etruscos, mas na opinião dominante, a cidade teria sido fundada pelas próprias populações do Lácio. Parte inferior do formulário









Roma teria se originado de um forte construído por latinos e sabinos no monte Capitolino, às margens do rio Tibre. Conserva até hoje inúmeras ruínas e monumentos na parte da cidade antiga.
A cidade tem cerca de 3,6 milhões de habitantes. Entre esses antigos monumentos encontra-se o anfiteatro Flaviano, conhecido como o Coliseu (Coliseum em Latim) uma exceção entre os anfiteatros da época pelo seu volume e relevo arquitetônico, sua construção teria sido iniciada por Vespasiano no ano 70 d.C. e finalizada pelos seus filhos Domiciano e Tito, e em 80 d.C. inaugurada.
O Coliseu com mais de 50 metros de altura, cobria uma área elipsóide com 188 x 156 metros, três andares, que mais tarde com o reinado de Severus Alexander e Gordianus III foi ampliado com um quarto andar, sendo capaz de suportar de 70 a 90 mil espectadores.
Foi construído em mármore, pedra travertina, ladrilho e tufo (pedra calcária com grandes poros). A fachada compõe-se de arcadas decoradas com colunas dóricas, jônicas e corintias, de acordo com o pavimento em que se encontravam. Esta subdivisão deve-se ao fato de ser uma construção essencialmente vertical, criando assim uma diversificação do espaço.
Os assentos são em mármore e a cavea, escadaria ou arquibancada, dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; as maeniana, setor destinado à classe média; e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres. A tribuna imperial ou pulvinar encontrava-se situada no podium e era balizada pelos assentos reservados aos senadores e magistrados.
Rampas no interior do edifício facilitavam o acesso às várias zonas de onde podiam visualizar o espetáculo, sendo protegidos por uma barreira e por uma série de arqueiros posicionados numa passadeira superior de madeira, para o caso de algum acidente.
Por cima dos muros ainda são visíveis as mísulas, que sustentavam o velarium, enorme cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores e, nos subterrâneos, ficavam as jaulas dos animais, bem como todas as celas e galerias necessárias aos serviços do anfiteatro. O edifício permaneceu como sede principal dos espetáculos da urbe romana até ao período do Imperador Honorius, no século V.
Danificado por um terremoto no começo deste mesmo século, foi alvo de um extensivo restauro na época de Valentinianus III. Em meados do século XIII, a família Frangipani transforma-o em fortaleza e, ao longo dos séculos XV e XVI, foi por diversas vezes saqueado, perdendo grande parte dos materiais nobres com os quais tinha sido construído.
Acredita-se que o Coliseu tenha sido cenário dos primeiros martírios de cristãos e, por isso, no século XVII, o papa Bento XIV consagrou-o à Paixão de Cristo e declarou-o lugar sagrado. Os trabalhos de consolidação e restauração parcial do monumento, já há muito em ruínas, foram feitos sobretudo pelos pontífices Gregório XVI e Pio IX, no século XIX.
A imponência desse monumento testemunha o verdadeiro poder e esplendor de Roma na época dos Flávios. Em Fevereiro de 2004 foi lançada uma reportagem na BBC BRASIL.Com, com os planos da Prefeitura de Roma de remodelar a região antiga da cidade para dar uma "melhor perspectiva do visual da Roma Antiga", os planos previam a reconstrução das partes que faltam da muralha exterior do Coliseu, o que causou muitos protestos na Itália.
Muitos acadêmicos dizem estar "indignados" com a idéia de transformar o centro de Roma no que eles temem que se torne um "parque temático de arqueologia".

Postagem de Cíntia Geralda de Souza

sábado, 6 de junho de 2009

Saiba mais sobre a Grande muralha da China!



A GRANDE MURALHA DA CHINA




A construção da muralha da China teve inicio por volta de 220 a.C. por ordem do primeiro imperador da China, Qin Shin Huang.
Ela não foi erguida de uma só vez, foram unidas secções de fortificações anteriormente construídas, por forma a constituírem um sistema de defesa unificado contra eventuais invasões provenientes do norte.
A construção prosseguiu até à dinastia Ming (1368-1644), quando a Grande Muralha se tornou a maior estrutura militar do mundo.
O traçado e as características atuais da Grande Muralha foram concluídos durante a dinastia Ming, a primeira a utilizar tijolos produzidos com a ajuda de outra inovação chinesa, as olarias.
A obra se estendeu por 200 anos. Além dos tijolos, alguns pesando 12 quilos, a fortificação foi ornamentada com pedras que exigem oito pessoas para carregá-las. Sua construção é um feito de engenharia - a muralha estende-se em trechos íngremes de até 70 graus de inclinação, com largura variando de 4,5 a 9 metros.
A altura média dos paredões é de 7,5 metros, e a sua extensão é de 7,300 km.


Se deseja saber mais clique aqui


Curiosidades sobre a Muralha da China
1) Ela é visível da lua?
Várias declarações foram feitas afirmando que a muralha seria visível da lua mas isto não é verdade. É apenas mais uma lenda.Pode ser possível vê-la a olho nú, a bordo de um veículo espacial em órbita da terra, em condições de visibilidade perfeita, e se souber exatamente para onde olhar.

2) Não é uma muralha única
Na verdade a Grande Muralha é composta de vários trechos interligados e contruídos por diferentes dinastias ao longo de 2.000 anos.Um dos trechos mais populares entre os turistas chineses é a Seção Badaling, a mais próxima da capital Beijing e que está aberto a visitação desde 1957.

3) Muitos perderam sua vida na contrução
Registros históricos informam que pelo menos um milhão de escravos e os prisioneiros de guerra foram usados para construir a muralha. Durante a obra, muitos morreram de exaustão, doenças e inanição e seus corpos foram acrescentados ao entulho e aos vazios da obra como forma mais rápida de se dembaraçar deles. Durante séculos, a Muralha foi conhecida como o cemitério mais longo no mundo. Segundo os historiadores, cada metro linear em alguns trechos da Grande Muralha, custou a vida de três trabalhadores.

4) Qual é a sua extensão?
É dificil responder com exatidão. Os chineses a chamam de A Muralha de 10.000 li (1 li ~ 530 metros). Cálculos aproximados indicam que ela se estendia por aproximadamente 6.450 quilômetros. Era tão longa que atravessava campos, desertos e montanhas. Nos trechos que restaram, sua altura ultrapassa 7 metros e sua largura é de 5 metros.

5) Servia só como muralha?
Não. A cada 300 a 500 metros ao longo da muralha foram construídas plataformas e torres de vigia que serviam a vários propósitos. Desde locais de vigilância e observação, até postos de batalha, depósitos de armas e pontos para colocação de bandeiras de sinalização. Ao todo estima-se que tenham sido construídas mais de 10.000 torres.

6) Uma grande estrada
Nos estágios iniciais foi muito usada também como estrada elevada, por onde transitavam materiais, equipamentos, mercadorias e passageiros, que assim dispunham de um local mais seguro para atravessar a selva montanhosa por onde passava a muralha.

7) Que materiais foram usados em sua construção?
Antes do uso de tijolos, a Grande Muralha foi principalmente construída com terra, pedra, e madeira. A terra era as vezes compactada e reforçada com esteiras de tecidos trançados e usada para enchimento dos vãos.Perto de Beijing a muralha foi construída com blocos de pedra calcária. Em outros locais foram usados, granito e tijolos queimados. Em muitas seções ocidentais foi usado basicamente lama e barro, e não tijolo e pedra, tornando esses trechos mais suscetíveis ao desgaste, erosão e destruição ao longo do tempo.A parte que restou da muralha e que pode ser vista até hoje foi construída durante a dinastia Ming, com materiais mais resistentes, tais como pedras maciças que serviram para formar os lados e o topo.

8) O que resta dela?
No início de 2004 um relatório de conservação mostrou que só um terço dos 6.450 quilômetros originais existia naquela época e a cada ano que passa o comprimento fica menor.A falta da consciência da conservação é uma ameaça séria e muitos chineses que vivem nas proximidades esquecem que a muralha está sob a proteção estatal.Nos anos 1950 o líder de chinês Mao Zedong exortou a população a "permitir que o passado servisse ao presente" e os agricultores foram induzidos e mobilizados a demolir partes dela e usar os tijolos e pedras para construir casas, chiqueiros e muros.

9) Alguém já saltou sobre ela?
Em 2005 durante um evento, o skatista californiano Danny Way, 31a, após descer por uma rampa, voou através da Grande Muralha, tornando-se a primeira pessoa a cruza-la sem auxílio de motor. Ele repetiu o salto cinco vezes e que foi assistido por vários dignatários e funcionários chineses. O evento não esteve aberto ao grande público. Dois anos antes, Wang Jiaxiong da província Shaanxi, no noroeste da China, morreu ao tentar cruzar a muralha, também usando uma rampa e uma bicleta.

fonte:http://sobretudoumpouco.blogspot.com/2008/02/10-curiosidades-sobre-muralha-da-china.html

Postado por Karina Martins de Bessa